quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
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Orientações Posturais para Profissionais da Área de Beleza e Estética
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Um vaga-lume apareceu numa horta, procurando um legume para ser a carruagem da Gata Borralheira. Como o Chuchuzinho não foi aceito, a Cenourinha, então, se candidatou.
- Você? - disse o inseto, mirando-a de ponta a ponta. - Se fosse para ser transformada em foguete espacial, você
serviria, sim. Mas para carruagem, de jeito nenhum!
- Será que eu sirvo?
O pirilampo chegou a sorrir da pretensão dela. Exclamou:
- Só para asa de avião!
Quiabinho nem abriu a boca e foi rejeitado também:
- Você parece um prego.
Ante a dificuldade, o vaga-lume se inquietou.
Descobriu, então, encolhida em um canto, uma abóbora redondinha que o fitava com timidez.
- E você? - perguntou. - Não deseja ser a carruagem da Gata Borralheira?
- A Bolota? - disse o Chuchuzinho. - Ela é muito pesada.
- A Bolota? - disse a Cenourinha. - Só para caminhão. E Quiabinho ajuntou:
- Ou para assustar as pessoas no "Dia das Bruxas".
Até Abobrinha achou a idéia absurda:
- Eu sou horrível, disforme, não sirvo para nada.
- Você está ótima, menina! Vai dar uma excelente carruagem, ampla e confortável!
13:25
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Pedro Malasarte queria pregar uma peça no alfaiate Jeroboão. Disse, então, que um velho alfaiate contara-lhe um segredo que tornaria rico e feliz o alfaiate que o conhecesse. Pedro disse ainda que só poderia contar esse segredo em público. Jeroboão, mais que depressa, enviou cartas para todos os alfaiates e costureiras do país, convidando-os para se reunirem em sua cidade.
Dentro em pouco não havia mais lugar em nenhuma hospedaria da cidade. As casas dos alfaiates e costureiras locais também estavam repletas.
No grande dia, armaram-se barraquinhas na praça principal da cidade e todos comeram e beberam por conta do segredo que os tornaria ricos e felizes. No meio da praça havia um alto palanque e, por volta das seis horas da tarde, quando o dia já ia morrendo e começavam a cair as primeiras sombras da noite, ali subiram Pedro Malasarte e Jerobão.
Foram longamente aplaudidos pela grande multidão que enchia a praça, de barriga cheia e a cabeça razoavelmente confusa pelo vinho.
Então Pedro Malasarte tomou a palavra:
- Meus caros amigos, que manejam com tanta habilidade a tesoura e o dedal, a agulha e a linha, mestres do carretel!
A estas palavras seguiram-se longos e entusiasmados aplausos.
- Não estou aqui para lhes ensinar como se manejam essas coisas, pois estão fartos de saber - continuou Pedro Malasarte, quando as palmas cessaram.- Meu caro amigo Jeroboão, aqui no meu lado, mandou-lhes as amáveis cartinhas que receberam convidando-os a se reunirem aqui, porque temos um maravilhoso segredo a lhes revelar. É um segredo ouvido da boca de um homem na hora da morte, e que lhes será muito útil daqui por diante.
Fez-se silêncio total na praça.
- Sabem o que ele me disse? - prosseguiu Pedro Malasarte. - Vou-lhes repetir com suas próprias palavras: "Nunca se esqueçam de dar um nó na ponta da linha depois de a ter enfiado na agulha."
13:24
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Os pássaros, as danças, todos vieram!
E quando a vontade-de-cantar chegou junto com a Liberdade, todos se juntaram em volta da torre e começaram a cantar:
- Só vamos se você soltar a princesinha!
- Não solto, não solto e não solto!
Nesse momento, de trás da multidão, começou a vir uma risadinha, depois uma risada, depois um riso grosso:
Era a Vontade-de-dar-risada, que vinha chegando e todos começaram a rir.
E ela chegou bem perto da torre e só ficou olhando pro Gênio.
O Gênio fez uma cara horrível e resistiu o mais que pôde. Mas não agüentou
- Hi, hi,hi! Ha, ha, ha! Ho, ho, ho!
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