ola pessoal vou dar o link de alguns templates bjbj



Template de maquiagem





http://www.4shared.com/office/m_WiS5hv/template_maquiagem.html

Template da barbie


http://www.4shared.com/document/NCZUnkbw/Template_Barbie.htm


Template barbie girl


http://www.4shared.com/document/Xy-KLccD/Template_Free_Barbie_Cantinho_.htm




Matilde descobre passagem secreta do orfanatoSEGUNDA, 20/1 (capítulo 136)Beto diz que o endereço das entregas passado por Clarita está errado. Durante o jantar, no orfanato Raio de Luz, Dani de recusa a comer a comida de Chico e joga o prato preparado pelo cozinheiro no chão, deixando as demais chiquititas chocadas com a atitude mimada da garota. Carol encontra José Ricardo e pede pra voltar a trabalhar no orfanato até o processo de adoção da Dani se finalizar. Fernando. Dr. Ferrati




 Era uma vez uma menina que estava presa na torre mais alta de um castelo. Ela era uma princesa, mas não lhe valia de nada, porque perdera os seus pais e o reino, numa guerra que o dono do castelo, já se vê, é que ganhara. Ainda era o tempo das fadas. Por isso a menina disse, para que as paredes ouvissem: — Se uma fada me salvasse, fosse boa, má ou assim-assim, eu repartia a meias com ela o tesouro do meu perdido reino, que só eu sei onde está enterrado. As paredes toda a gente diz que têm ouvidos. Estas ouviram, passaram palavra e daí a nada uma velha fada apareceu na sala. — Vou dar volta à tua vida — disse a fada. — És uma fada boa? — Perguntou a menina. — Nem por isso — respondeu a fada. Era uma fada assim-assim e para provar que não era das melhores, mas também não era das piores, impôs, à partida, uma condição. Salvava a menina, mas, antes, ela tinha de adivinhar-lhe o nome. E avisou logo que não tinha um nome muito mimoso. — Serafina — disse a menina. Nem pensar. Não era Serafina nem Leopoldina nem Marcolina. Nem Eufrásia nem Tomásia. Nem Quitéria nem Pulquéria. Nem Aniceta nem Eustáquia nem Teodósia nem Venância nem Bonifácia nem Gregória. Nem sequer Capitolina. A princesa esgotou os nomes mais esquisitos que conhecia. E a fada sempre com a cabeça a dizer que não. Até que propôs o seguinte negócio: — Salvo-te, mesmo que não descubras o meu nome, mas fico com o tesouro só para mim. Todinho! A menina concordou. Não tinha outro remédio. Vai daí a fada pronunciou umas palavras mágicas e ela e a princesa atravessaram as paredes da prisão. Uma vez em liberdade, a princesa ensinou o local onde estava escondido o tesouro e pronto, a história acaba aqui. E o nome da fada-bruxa? Também a menina quis saber. — Chamo-me Joaninha — respondeu a fada-bruxa, baixando os olhos, envergonhada. — Mas Joaninha é um nome bonito — estranhou a princesa. — Eu não acho — disse ela. — Gostava mais de ser Virgolina Zebedeia. Vá lá a gente entender o gosto das bruxas. -