terça-feira, 20 de agosto de 2013
Meu pai admira
linda paisagem.
O tatu gosta
da tatuagem.
A sombra segue
com a sombrinha.
O sol põe sarda
numa sardinha.
Nem muita trova
cala o trovão.
É grande a cama
do camarão.
Não há sapatos
pela calçada.
Só uma bota
já desbotada.
Tem sol de graça
para o soldado.
Os bois pertencem
ao delegado.
Tem muito cacho
na cachoeira,
mas meu cachorro
só tem coleira.
Sem aço e palha
vem o palhaço.
Ajeito a gola,
faço um golaço.
Deixo meu brinco
numa cadeira.
Mamãe sorri
da brincadeira.
linda paisagem.
O tatu gosta
da tatuagem.
A sombra segue
com a sombrinha.
O sol põe sarda
numa sardinha.
Nem muita trova
cala o trovão.
É grande a cama
do camarão.
Não há sapatos
pela calçada.
Só uma bota
já desbotada.
Tem sol de graça
para o soldado.
Os bois pertencem
ao delegado.
Tem muito cacho
na cachoeira,
mas meu cachorro
só tem coleira.
Sem aço e palha
vem o palhaço.
Ajeito a gola,
faço um golaço.
Deixo meu brinco
numa cadeira.
Mamãe sorri
da brincadeira.
Senhor jacaré
botou a cartola
e foi assistir
a um jogo de bola.
Mas ficou cansado,
dormiu e roncou
e aos que jogavam,
logo incomodou.
Todos decidiram
jogá-lo no rio,
mas de tão pesado
ele quase caiu.
Senhor jacaré
nem ficou uma fera,
e dormiu lá na água,
longe da galera.
botou a cartola
e foi assistir
a um jogo de bola.
Mas ficou cansado,
dormiu e roncou
e aos que jogavam,
logo incomodou.
Todos decidiram
jogá-lo no rio,
mas de tão pesado
ele quase caiu.
Senhor jacaré
nem ficou uma fera,
e dormiu lá na água,
longe da galera.
Arco-íris me responda,
quem que pode te tocar?
Talvez só o beija-flor
que fica parado no ar?
Ou será a abelha atleta
que logo sumiu no céu
depois de vir da colméia
e pousar no meu chapéu?
Ou o besouro pintor
que voa pela janela
acreditando ter visto
uma enorme aquarela?
Ou o guarda Vagalumes que com luz intermitente
vigia o teu colorido
e volta mais reluzente?
Ou a linda borboleta
que se exibe em tuas cores
e tal qual uma modelo
desfila por entre as flores?
Não sei voar arco-íris,
mas te conto o meu drama.
Eu sonhei que te tocava
e quase caí da cama.
quem que pode te tocar?
Talvez só o beija-flor
que fica parado no ar?
Ou será a abelha atleta
que logo sumiu no céu
depois de vir da colméia
e pousar no meu chapéu?
Ou o besouro pintor
que voa pela janela
acreditando ter visto
uma enorme aquarela?
Ou o guarda Vagalumes que com luz intermitente
vigia o teu colorido
e volta mais reluzente?
Ou a linda borboleta
que se exibe em tuas cores
e tal qual uma modelo
desfila por entre as flores?
Não sei voar arco-íris,
mas te conto o meu drama.
Eu sonhei que te tocava
e quase caí da cama.
O pescoço da girafa
quase lembra uma garrafa.
Porém tem muito mais graça
e quem passa a fotografa.
Ela se sente bonita
e sem pressa se exercita
se pondo logo a trotar.
Alcança as folhas no alto,
e nem precisa de salto.
Come com certa constância
sem perder a elegância
se pondo logo a trotar.
A girafa é comprida
e enxerga muito bem.
Quer saber como ela vê?
Seja de cima ou de baixo,
ela vê tudo menor,
(principalmente você)
e se põe logo a trotar.
Eu pensei em um presente
que me deixou bem contente.
Assim, para lhe agradar
lhe dei um lindo colar,
e ela se pôs a trotar.
quase lembra uma garrafa.
Porém tem muito mais graça
e quem passa a fotografa.
Ela se sente bonita
e sem pressa se exercita
se pondo logo a trotar.
Alcança as folhas no alto,
e nem precisa de salto.
Come com certa constância
sem perder a elegância
se pondo logo a trotar.
A girafa é comprida
e enxerga muito bem.
Quer saber como ela vê?
Seja de cima ou de baixo,
ela vê tudo menor,
(principalmente você)
e se põe logo a trotar.
Eu pensei em um presente
que me deixou bem contente.
Assim, para lhe agradar
lhe dei um lindo colar,
e ela se pôs a trotar.
Meu jardim estava escuro
quando vi uma luzinha
piscar, piscar sem parar.
Eu até pensei que fosse
uma charmosa estrelinha.
Observando atentamente
vi outra luzinha acesa
que tentei logo pegar.
Nessa noite meu jardim
ficou mesmo uma beleza.
Parei só para admirar
essa cena fascinante:
mais luzinhas se acendiam
transformando meu jardim
em um céu todo brilhante.
Ainda tentei contar
tres, quatro, cinco, seis, sete,
porém fiquei mais confusa:
luzes subiam, desciam
como se fossem confetes.
Agora todas as noites
vou visitar meu jardim,
para ver que vagalumes
acendem suas luzinhas
numa contagem sem fim.
Uma
vez o urso Balu resolveu abandonar a selva, para viver numa cidade grande.
Sentou-se na traseira de um caminhão,
, pegou no sono e acordou na
Disneylândia.
Na primeira esquina ele encontrou uma
velha senhora, que não conseguia atravessar a rua.
"Puxa . . . - pensou Balu - eu poderia
ganhar dinheiro como atravessador de velhinhas."
Balu conduziu a senhora até a outra calçada e nem
percebeu que ela era uma feiticeira.
- Venha tomar chá em minha casa - disse a velha,
com um sorriso amável.
Quando eles entraram na casa da bondosa senhora, Balu viu que a sala estava
cheia de animais.
- Que sorte! - exclamou ele, todo entusiasmado.
- Uma festa . . .
Enquanto a velha colocava água no caldeirão e
acendia o fogo, Balu tentou
arranjar novas amizades.
Primeiro falou com a tartaruga
- Parece que a festa vai ser animada . . .
A tartaruga não disse uma
palavra. "Que sujeito antipático"- pensou Balu, olhando ao seu redor.
- Bom-dia, senhor . . . - disse ele a um pássaro.
O pássaro não mexeu nem uma pena.
Ficou olhando para frente, como se estivesse
morto.
- Morto!? - gritou Balu com um arrepio.
- Pronto disse a bruxa .
- A água está fervendo!
- Que bo-bom - gaguejou Balu. - A senhora encheu o caldeirão . . . o pessoal
deve gostar muito de chá . . .
- Ih, ih, ih! - riu a velha, abrindo a boca
desdentada.
- Essa piada foi mesmo ótima. Eles estão empalhados, seu tonto!
A feiticeira tentou alcançá-lo, mas Balu tropeçou num tapete e se estatelou
no chão.
Balu aproveitou para fugir e só parou na beira da estrada, quando viu que
não havia mais perigo.
- Puxa - exclamou
ele. - Quando estiver novamente na floresta, darei uma festa com chá e
bolinhos, para comemorar a continuação do urso dentro de sua pele!
A
galinha do vizinho
bota
ovo amarelinho,
bota
dois.
bota
três
de
cada vez.
Até
que um dia pra melar
a
danada da galinha
resolveu se rebelar.
Com
um grito estridente
fez
mostrar a toda gente
que
naquela função deprimente
não
queria mais atuar.
O
galinheiro estremeceu!
Pensando no que fazer,
dona
Zefa, sábia velha,
logo
tomou a decisão;
que
todo mundo tremeu.
Galinha que não cumpre a função,
que
grita forte, eriça pena,
canta
de galo mesmo sendo fêmea,
esperneia, protesta, se rebela,
só é
mesmo muito boa,
em
caldo quente e temperado,
seu
destino é a panela.
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